segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Nocaute




















Longamente golpeado
Acuado, meio a escuridão.
De meus olhos em sangue
Sonhos com hematomas
Respiro o fundo do chão
E não tenho mais forças...


Reagir, deveria ser assim
Mas diante dos sintomas
Está vivo ou está morto?
Qual a diferença?
Quebraram até os pedaços
E não restou mais nada...


Restou sim, restou seqüelas
Uma visão sem sonhos, turva
Com respiração dolorida
Em meio à natureza colorida
Sou um silêncio em branco.


Henrique Rodrigues Soares
06/02/2012


sábado, 17 de janeiro de 2015

Para mulher que fica

















Cantar a mulher que passa
É fácil...
Eu canto a mulher que fica
Pois no teu amor esqueço minhas tristezas.


Ontem, te amei com fome antiga.
Avistei tua carne como novidade
Teus seios tão poucos
Enchem minha visão.


Tua nudez uma pintura sem esboço
São absorvidos para minha memória
Devagar caminho por teu corpo
Não tenho pressa...  Revivos estórias!


Não uso mapas para achar teus segredos
Subo e desço montanhas e vales
E derramo desejos.
Com gosto degusto o gosto do teu beijo
E encontro paz nos teus Andes.


Henrique Rodrigues Soares

20/01/2012.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Entre a fé e a ansiedade





















A dor de um choro contido
Lágrimas internas pela alma
Sonhos sólidos agora derretidos
E o momento pede calma


O eu atônito e disperso
Esperando ser iluminado
Sair do sonho imerso
Que tem me esfacelado


A cabeça tonta dói
Sem entender o que esperar
A dúvida afronta, corrói.
Deus manda confiar


Fé pequena de mostarda
Acredita com medo de afundar
A hora que já tarda
Não posso me esgotar.


Henrique Rodrigues Soares
02/08/2011.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Bahia! Esquadrão Tricolor! 84 Anos.



Apesar das idas e voltas entre série A e B como este ano em que o gigante baiano vive suas turbulências, não tem como esquecer de toda sua grandeza.  Por isso estamos publicando atrasado cinco dias, mas vamos que vamos apagar as velinhas destes 84 anos e, sonhar com dias melhores para esse grande clube do nosso futebol.  Não podemos deixar de lembrar da defesa do título baiano como o campeão atual.
O Bahia continua sendo o maior clube da parte norte-nordeste do Brasil, pelo menos em títulos renomados, apesar da fase difícil que tem vivido, como esquecer da equipe que venceu o Santos de Pelé em 1959 pela antiga Taça Brasil (contado como Campeonato Brasileiro da época). 
Também aquele time de Bobô e Cia. no Brasileirão de 1988, como esquecer?

Fundado em 1 de janeiro de 1931 por jogadores das equipes Associação Atlética da Bahia e Clube Baiano de Tênis que fecharam seus departamentos de futebol, nasce o Esporte Clube Bahia.  Esses dois clubes anteriores representavam a alta sociedade baiana, que suas desistências deixaram o legado de construir o clube mais popular do estado da Bahia.

Seu mascote o Super Homem foi adotado nos anos 70, quando o filme do Superman estourou nas telas do cinema, e até porque o Bahia era famoso como o Tricolor de Aço, ou Esquadrão de Aço.  O desenho final foi feito por Ziraldo em 1988.

Duas das principais  Torcidas organizadas: Bamor e Povão.
Sua casa: Estádio Otávio Mangabeira (Arena Fonte Nova, hoje reconstruída) e o Estádio Governador Roberto Santos (Pituaçu).

Seus principais jogadores: o goleiro Nadinho, o meia Mário e os atacantes Marito e Alencar da equipe de 1959, Bobô, Zé Carlos e Paulo Rodrigues de 1988, e outros como Carlito, Douglas, Charles e Luiz Henrique.

Seus principais títulos:
2 Campeonatos Brasileiros - 1959 e 1988.
2 Copa do Nordeste - 2001 e 2002.
1 Torneio Campeões do Nordeste - 1948.
3 Taças Norte-Nordeste - 1959, 1961 e 1963.
45 Campeonatos Baianos.

Parabéns Imensa Torcida do Tricolor de Aço!



Henrique Rodrigues Soares - Imagem da Internet.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Cruzeiro Esporte Clube MG - 94 Anos de Glórias


















Outra vez Campeão!! Tetra Brasileiro como na Copa do Brasil, um bi seguido indiscutível sem adversários.
Fundado no dia 02 de janeiro de 1921 com o nome de Società Sportiva Palestra Itália e, com cores que lembravam a bandeira italiana.  Mas, em 1940 com o decorrer da segunda guerra mundial e o posicionamento brasileiro contra o Eixo, o clube recebeu o nome que o tornou esse time de massa com vários títulos e com o uniforme azul amado pela sua torcida.
O mascote Raposa foi criado pelo chargista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, no jornal Folha de Minas que logo caiu nas graças de seus torcedores.
Dos imigrantes para o povo, o clube deixou de ser apenas representante da colônia italiana para ser um dos maiores de Minas Gerais.

Sua principal torcida organizada: Máfia Azul
Sua casa: Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão)
Dono de um dos centros de treinamentos mais modernos do Brasil, que fora construído em 1973, a Toca da Raposa.

Seus principais jogadores: Dirceu Lopes, Tostão, Raul Plassmann, Ronaldo, Renato e Roberto gaúcho, Sorín,  Alex entre outros.
Parece repetição, mas não é, ele de novo atual campeão Brasileiro.

Seus principais títulos:
2 Taças Libertadores da América - 1976 e 1997.
2 Supercopas Libertadores - 1991 e 1992.
4 Campeonatos Brasileiros - 1966, 2003, 2013 e 2014 (os três últimos nos moldes atuais).
4 Copas do Brasil - 1993, 1996, 2000 e 2003.
2 Copas Sul-Minas - 2001 e 2002.
1 Copa Centro-oeste - 1999.
36 Campeonatos Mineiros.

Parabéns à imensa Torcida Cruzeirense!


Henrique Rodrigues Soares - Imagem da Internet.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ao amanhecer















Pela manhã acordar sem rotina
Andar sem sair do lugar
O vazio de uma incerta sina
Preocupação sem motivo encontrar


Como correr atrás dos pombos
Assustamos os nossos próprios medos
Cicatrizes que ficam dos tombos
São estórias de antigos segredos


Cabelos brancos raridade
O sol não aquece meus dias
A idade foi coberta de tinta
Me dê um instante de alegria.



Henrique Rodrigues Soares

15/07/2011.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Série C - Acessos.


Clube com apenas 24 anos de existência, e sendo, que desde 1998 no futebol profissional, consegue a façanha do acesso como campeão da Série C, depois de bater na trave nos anos de 2010 e 2013.

Fundação: 17 de julho de 1990.
Cidade: Macaé RJ.
Estádio: Cláudio Moacyr de Azevedo (Moacyrzão) Capacidade: 16000.
Mascote: Leão.
Títulos: Campeão Carioca Série C 1998 e Campeão Brasileiro Série C 2014.
Torcida Organizada: Império Macaense e Leões de Macaé.
História: Título da Série C.

Vice

Entre idas e voltas, o Papão retorna a Série B depois de algumas dificuldades.

Fundação: 02 de fevereiro de 1914.
Cidade: Belém PA.
Estádio: Leônidas de Castro (Curuzu) Capacidade: 16200.
Mascote: Lobo.
Títulos: Copa dos Campeões de 2002, 2 Campeonatos Brasileiros Série B 1991 e 2001, Copa Norte 2002 e 45 Campeonatos Paraenses.
Torcida Organizadas: Tradição Uniformizada Torcida Bicolor, Força Jovem Bicolor e Fúria Bicolor.
História: Libertadores de 2003, em que na 1ª fase ficou em primeiro em seu grupo, e nas oitavas derrotou o Boca Juniors em plena La Bombonera.


Os outros acessos:

Fundação: 20 de setembro de 1912.
Cidade: Maceió AL.
Estádio: Rei Pelé Capacidade:18801.
Mascote: Galo de Campina.
Títulos: 25 Campeonatos Alagoanos e Campeão Brasileiro Série C 1993.
Torcidas Organizadas: Comando Alvi-rubro.
História: Brasileiro Série C 1993.



Fundação: 01 de fevereiro de 1932.
Cidade: Mogi Mirim SP.
Estádio: Val Chaves Capacidade: 30000.
Mascote: Sapo.
Títulos: Campeonatos Paulista Série A2 em 1985 e 1995.
Torcidas Organizadas: Mancha Vermelha.
História: Campeonato Paulista de 1983, ficou conhecido como Carrossel Caipira.


Henrique Rodrigues Soares.

sábado, 29 de novembro de 2014

Leão do Pici - Futebol e suas tragédias



Nos últimos anos O Fortaleza Esporte Clube tem deixado seu torcedor frustrado, começa com boas campanhas, recebe o apoio da massa, mas fica pelo caminho nas horas decisivas.
Este ano na Série C foi líder absoluto de sua chave, e teve o azar de encarar um clube que soube jogar contra um peso que ela também carregava, pois o Macaé antes da façanha do Castelaço, foi eliminado em outras ocasiões em jogos parecidos contra equipes de pior campanha, porém com torcidas apaixonadas.
Bem, não podemos esquecer que o Macaé logo depois ganha o título da Série C, mas que o Fortaleza tome o caso como lição para o ano que vem.
Pois sua torcida foi um show, e no jogo da eliminação encantou com suas cores e sua paixão.
Coisas do Futebol.




Henrique Rodrigues Soares

Série D - Acessos.





Para surpresa de todos o Tombense Futebol Clube, não só marcou sua ida a Série C em 2015, na vitória de 2 a 0 frente ao Moto Clube MA no dia 19/10, depois do empate em 2 a 2 no Maranhão.  Para depois ganhar o título de acesso numa final com o Brasil de Pelotas.

Fundação: 07 de setembro de 1914.
Cidade: Tombos MG.
Estádio: Antônio Guimarães de Almeida (Almeidão) Capacidade: 3050.
Mascote: Gavião-carcará.
Títulos: Campeão Brasileiro Série D 2014 e Campeão Mineiro 2002 e 2006.
Torcida Organizada: Nenhuma conhecida.
História: O título da Série D.


VICE


O fanatismo Xavante foi marcado pela viagem de bom número de seus torcedores até a cidade de Tombos, de quase 2000 Km.

Fundação: 07 de setembro de 1911.
Cidade: Pelotas RS.
Estádio: Bento Freitas - Capacidade: 18000.
Mascote: Índio Xavante.
Títulos: Campeonato Gaúcho de 1919.
Torcidas Organizadas: Máfia Xavante e Organizada do Brasil.
História: 3° Colocado no Campeonato Brasileiro Série A em 1985.


Os outros acessos:


Fundação: 01 de maio de 1936.
Cidade: Aracaju SE.
Estádio: Batistão - Capacidade: 14000.
Mascote: Dragão.
Títulos: 19 campeonatos Sergipanos, sendo o último em 2014.
Torcidas Organizadas: Trovão Azul e Jovem do Confiança.


Fundação: 05 de abril de 1956.
Cidade: Londrina PR.
Estádio: Do Café - Capacidade: 36000.
Mascote: Tubarão.
Títulos: 04 Campeonatos Paranaenses, sendo 2014 o último; Campeonato Brasileiro Série B em 1980.
Torcidas Organizadas: Falange Azul.
História: 4° Colocado no Brasileiro Série A em 1977.

Ficaram mais uma vez clubes de grandes torcidas locais como o Moto Clube MA e o Remo PA.


Henrique Rodrigues Soares.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

“Isso, isso, isso...!”

















Não me esquecerei do grande menino
Poderia ser brasileiro, mas foi mexicano.
Com a pobreza dos que nascem sem ninhos
A fome, orfandade, o barril e o humano.

Desprovido do que tantos são
Brincando com a doçura da infância
Que não guarda em seu coração
Ruindade de adulto e arrogâncias

Chapolin, Chespirito ou Chavito.
“Tá bom, mas não se irrite”.
Como bola de gude ou pirulito
Não há quem te imite.

“Foi sem querer, querendo!”
Roberto Bolaños, o Eterno Chaves.
Sendo simples diante do que é grave.
Com a poesia de dores amolecendo

O Brasil de tantos seus Madrugas
Sem casas sem empregos
De tantas Florindas, Clotildes e seus Barrigas.
De professores Girafales, e Quicos e Chiquinhas.
Porque nos identificamos tanto?!
Porque apesar dos mesmos episódios?!
Sempre nos encontramos.


“E agora? Quem poderá nos defender!”
Sem heróis ou meninos.
“Ninguém tem paciência comigo!”
Mas guardaremos contigo
“A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!”



Henrique Rodrigues Soares.



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Conta-gotas














Quando a dor fala mais alto que a voz
E as forças insuficientes para caminhar
Quando somente choras quando fica a sós
O interior sufocado precisa gritar


Aguarda desesperadamente uma porta
Se abrir como esperança para sonhar
Desastroso acordar sem resposta
E cansativo este tal de esperar


Os minutos que sucedem após
Contados com conta-gotas fiel
São como perfeito e vil algoz
Tu fita os olhos no céu


Como esperando repentina amostra
De um toque milagroso divino
Depositando uma única aposta
Naquele que te ama desde menino.



Henrique Rodrigues Soares

domingo, 9 de novembro de 2014

Inverno













O trem passou e fiquei na estação
Confuso entre meus velhos empecilhos
O silêncio absurdo no coração
É o fruto das distâncias entre trilhos


O tempo passou e fiquei na lentidão
De um rosto assustado e sem brilho
Levado por uma solida tradição
De gravidez que não produz filho


O vento passou e fiquei ferido
Por minhas próprias mãos
Com marcas tão profundas


Este inverno tão temido
Com tardes sem previsões
A noite comovente e absurda.


Henrique Rodrigues Soares

27/07/2011.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Fragmentos urbanos
















Vendo teu corpo humana escultura
Que absorve minha atenção
Ouvindo o trash do sepultura
Que acelera meu coração


Tudo neste mundo é meio louco
Não há sentido nas palavras proferidas
Tudo que para alguns é muito
Para outros é tão pouco


As balas perdidas que dizem perdidas
Como os sonhos do alvejado
Números frios das estatísticas
Para ações de frios advogados.


Henrique Rodrigues Soares

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

José foi ao vale dos ossos.










Parece que lhe tiraram o chão
Te colocaram dentro do poço
Parece que lhe cegaram a visão
Te aprisionaram num calabouço


Parece que já não sonhas
E também já não dormes
Parece que angustia te acompanha
E a ansiedade te consome


Mortos, não mais que mortos.
Um vale de sequíssimos ossos
Solidão ingrata sem portos
Ruína, e confusão em destroços.


Em que sustenta tua confiança?
Cercado de vergonha e dores
A alma ingênua procura esperança
Secou a vida com suas cores


II
O vento divino da mudança
Levantam-se ossos, reconstrói tendões.
Nascem carne e epiderme de criança
Novos rumos para novas canções


No lugar de chão agora tem asas
O poço, água para matar tua sede.
Resplandece o que estava sem luz
Olhas tudo agora pela graça


Os sonhos são realidade
Para aquele que tem dormido
Renovas tua identidade
Com espírito rejuvenescido.


Henrique Rodrigues Soares

20/07/2011.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Ludmila






















Tão bela nasceu...
Num calor tórrido
Em momentos sólidos
Que até a água tinha sede.


Minha flor de verão
Me trouxe a canção
E chuva de esperanças
Para reviver os sonhos ressecados.


Docinho açucarado
Do leite materno
Princesa do nosso mundo encantado
Cercado de olhares e amores
Fraterno, paterno, materno e outros sabores.



Henrique Rodrigues Soares – Horas de Silêncio.
Dedicado a minha filha caçula Ludmila Moura Soares nascida em 14/02/2014.



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Paternidade

















Ser pai!
Não é ser perfeito
Não controla causas e efeitos


Ser pai!
E esquecer os predicados
Trabalhando no sujeito


É amor preocupado
Por quem está sendo feito
Se dedicando ao parto
E amamentar sem o peito


Amar sem restrições
Abraçar sem jeito
Amar contas e obrigações
Olhar suave os defeitos


Amei um, amarei dois
Ontem, hoje e depois
Me dividindo e multiplicando
Um caminha, a outra gestando.


Henrique Rodrigues Soares - Horas de Silêncio
Julho 2013

Fotomontagem de Neida Moura Soares

sábado, 18 de janeiro de 2014

O Amante - Marguerite Duras
























O Amor e suas facetas ao longo do tempo.

Dentro do estilo "nouveau roman" carregado de um erotismo poético que enlaça qualquer dos leitores.  O livro é magro de páginas para aqueles que tem dificuldades com estórias longas, mas tem uma densidade longa para imaginação daqueles que acharão raso.
A autora usa linguagem clara e autobiográfica, com momentos que você viaja do presente ao passado e do passado para o presente sem perder os fatos e, os sentimentos confusos de um período conflitante na vida de uma adolescente que se entrega a prostituição infantil e descobre o prazer com um chinês.
A neste caso consentimento da família pelo amante chinês ser rico e alimentar a falta de esperanças desta família que vive de trapos, mas com uma mentalidade de que ainda podem entre aspas tirar algum proveito disso antes que tudo isso acabe, porque isso tem que acabar, porque nem eles se enganam com seu teatro.
Vivem num mundo que é uma vergonha uma adolescente se prostituir principalmente com um chinês, o grande tabu para os dois lados, que também não pode assumir este amor com medo de perder toda sua herança, já que também no meio da sua sociedade não é bem visto este relacionamento.
Uma família sem horizontes que vive preso entre o sentimento de ódio e desprezo que um tem pelo outro.
No final temos o ápice do romance é a destruição dos amantes quando está chegando o momento de despedida para os bem dos dois, lembra muito uma poesia de Drummond que fala como o Amor é cruel na cabeças de amantes.


Muito bom o livro, vale a leitura.


Henrique Rodrigues Soares - Imagem do Filme Homônimo do Livro.
Resenha do Livro "O Amante" de Marguerite Duras.
Editora Nova Fronteira - Tradução: Aulyde Soares Rodrigues - Literatura Francesa

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

83 anos do Gigante do Nordeste! Avante Bahia!

















Não tem como passar em branco, os 83 anos do gigante tricolor nordestino.
O Bahia continua sendo o maior clube da parte norte-nordeste do Brasil, pelo menos em títulos renomados, apesar da fase difícil que tem vivido, como esquecer da equipe que venceu o Santos de Pelé em 1959 pela antiga Taça Brasil (contado como Campeonato Brasileiro da época).
Também aquele time de Bobô e Cia. no Brasileirão de 1988, como esquecer?

Fundado em 1 de janeiro de 1931 por jogadores das equipes Associação Atlética da Bahia e Clube Baiano de Tênis que fecharam seus departamentos de futebol, nasce o Esporte Clube Bahia.  Esses dois clubes anteriores representavam a alta sociedade baiana, que suas desistências deixaram o legado de construir o clube mais popular do estado da Bahia.

Seu mascote o Super Homem foi adotado nos anos 70, quando o filme do Superman estourou nas telas do cinema, e até porque o Bahia era famoso como o Tricolor de Aço, ou Esquadrão de Aço.  O desenho final foi feito por Ziraldo em 1988.

Duas das principais  Torcidas organizadas: Bamor e Povão.
Sua casa: Estádio Otávio Mangabeira (Arena Fonte Nova, hoje reconstruída) e o Estádio Governador Roberto Santos (Pituaçu).

Seus principais jogadores: o goleiro Nadinho, o meia Mário e os atacantes Marito e Alencar da equipe de 1959, Bobô, Zé Carlos e Paulo Rodrigues de 1988, e outros como Carlito, Douglas, Charles e Luiz Henrique.

Seus principais títulos:
2 Campeonatos Brasileiros - 1959 e 1988.
2 Copa do Nordeste - 2001 e 2002.
1 Torneio Campeões do Nordeste - 1948.
3 Taças Norte-Nordeste - 1959, 1961 e 1963.
44 Campeonatos Baianos.

Parabéns Imensa Torcida do Tricolor de Aço!



Henrique Rodrigues Soares - Imagem da Internet.




quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A Cruz e o Punhal























No fim de semana passada tive o prazer de assistir este clássico do cinema, que circulou nos anos 90 em clubes e igrejas evangélicas. Incrível que pareça, só agora pude assistir, e apesar de ser um filme gospel foi feito com ótima qualidade, apesar das brigas de gangues serem um pouco teatrais, ficou como ápice o papel da atriz viciada em pico, e o papel de Nick Cruz um dos líderes dos Maus Maus, feito pelo ator Erik Estrada, aquele mesmo do seriado Chips.
O filme é uma obra missionária do discurso protestante, baseado no livro que tem o mesmo nome "A Cruz e o Punhal" que conta a saga do pastor protestante David Wilkerson, e como ele atingiu aquelas gangues com a palavra de Deus em meio á todo aquele cenário de violência em que eles viviam.

Um ótima indicação para quem gosta de um drama, sem preconceitos pela filmografia gospel.  Para quem gosta de filmes baseados em histórias reais.  Para quem gosta filmes de brigas e rivalidades de gangues.



Henrique Rodrigues Soares - Resenha sobre Filmes.


Original:  The Cross and the Switchblade (1970)
drama, missão, pregação, religioso, sofrimento,
Livro de Elizabeth Sherrill, John Sherrill, David Wilkerson
Diretor: Don Murray
Atores: Pat Boone, Erik Estrada e Don Blakely.        

SINOPSE: Conheça a história de David Wilkerson, jovem pastor de uma cidade pequena, que começou uma campanha solitária – e aparentemente condenada ao fracasso. Foi para o submundo de Nova Iorque para pregar o evangelho libertador às quadrilhas de jovens viciados em drogas, maus e violentos daquela cidade.

A princípio zombavam e ameaçavam. Mas, um dia, aconteceu o milagre desejado... líderes se ajoelhavam na rua para orar, enquanto seus amigos observavam quase não acreditando no que estava acontecendo...

"A Cruz e o Punhal" é a história comovente e emocionante do trabalho desse pastor no coração de uma das maiores metrópoles do mundo.

Fonte: http://www.classicosdocinema.com/
Imagem da Internet.